![A foto é de Carlos Ivan e foi publicada no Razão Social de dez de 2008. Reprodução](https://casamontealegre.com.br/wp-content//uploads/2024/04/zoro2-scaled.jpg)
Indígenas encenam teatro sobre primeiro contato com brancos em Mato Grosso
A foto é de Carlos Ivan e foi publicada no Razão Social de dez de 2008. Reprodução
A foto é de Carlos Ivan e foi publicada no Razão Social de dez de 2008. Reprodução
“São os homens simplesmente primatas superiores e, como tais, sua importância não é maior que a de outros componentes dos ecossistemas naturais? Ou o Homem ocupa um lugar especial na Natureza”? A frase está na introdução do livro “Uma Terra Somente”, publicado em 1972. Trata-se de “um extrato de aproximadamente 400 páginas de correspondência, oriundas de 40 países… dos pontos de vista conceituais que expressaram a respeito dos problemas a serem discutidos na Conferência das
Uma área de cobertura de gelo de tamanho equivalente à França e Alemanha somadas se perdeu em 2023. Neste mesmo ano, 333 milhões de pessoas enfrentaram insegurança alimentar no mundo devido aos extremos climáticos que, segundo um relatório do Banco Mundial, ate´2050 obrigarão 216 milhões de pessoas a procurarem outro território para viver. Na semana passada, a Organização Mundial de Meteorologia (OMM) lançou um relatório com os dados acima, confirmando que 2023 foi o ano
Não sei se é esta a percepção de vocês, mas ultimamente os sites de notícias – que eu, por obrigação de ofício, preciso revirar diariamente – estão oferecendo pouca reflexão. As notícias que se acumulam costumam causar raiva ou medo, mais do que algum outro sentimento que possa sugerir mudança. E sim, precisamos encarar: é preciso mudar. As questões climáticas são meu foco de estudo. E é justamente nesse aspecto que as novidades trazem muito
Se você acha que o mundo está desigual demais, espere até saber disso. Uma pesquisa feita por uma empresa britânica, a Knight Frank, demonstrou que, ao longo da próxima década, ocorrerá uma transferência massiva de riqueza, à medida que a geração silenciosa e os baby boomers entregarem as rédeas aos millennials, nome dado às pessoas nascidas entre 1981 e 1995. A mudança fará com que 90 bilhões de dólares em ativos sejam transferidos entre gerações
Caminho pelas ruas vazias, o movimento começa a voltar ao “normal”. Crianças com mochilas às costas, às vezes tão pesadas que as envergam a coluna. Pais, mães, apressados, de olho no celular, à espera do carro que os levará ao trabalho. Ou à escola e depois ao trabalho. O movimento de sempre, nos dias que nos separam de outro período de férias. Olho para o céu que está azul. Ouço os pássaros, me conecto com
Domingo de carnaval, 9h30m. Um pequeno aglomerado de pessoas esperava à porta da escola municipal para o momento mágico. Lá dentro, a banda do “Gigantes da Lira”, bloco infantil, dava seus primeiros acordes, emitindo os sons de “2001 – Odisseia no Espaço”, emprestando à ocasião ares ainda mais fantásticos. Ao meu lado, alguém comentou: “Para mim, o ano só começa depois disso”. Concordei. Se bem que, na verdade, para mim o ano começa mesmo é
No universo das tendências, não sei se posso chamar assim o fato de, recentemente, chegarem a mim escritos e outras formas de comunicação, trazendo para o campo das emoções as muitas sequelas que nosso rastro está deixando no planeta. Nós, os humanos, seres mais predadores, única espécie capaz de destruir seu próprio habitat. Nós estamos diante de um tremendo, do maior desafio de todos os tempos: os efeitos causados pelas mudanças do clima. E o
A leitura de ‘Sumário de Plantas Oficiosas – Um Ensaio sobre a Memória da Flora”, recém-lançado pela Editoria Fósforo, exige delicadeza e tempo. Sim, eu sei que estes são dois grandes desafios para nossa era de poucos caracteres e de muita celeridade. Mas o bônus que se ganha com a leitura que estou sugerindo, não é apenas a leveza do corpo, garantia da respiração mais lenta e da contemplação. O autor, o professor colombiano Efrén
No primeiro ano do governo do presidente Lula, um tema sensível ganhou mais espaço: a saúde mental. Desde o dia 25 de abril do ano passado, quando o governo federal sancionou a lei 14.556, o mês de janeiro é dedicado a campanhas de conscientização sobre este tema. O Brasil passou a ser o primeiro país do mundo a ter uma lei federal que institui um mês para se falar sobre saúde mental, e isto é
Estamos em tempo de retrospectiva. O ano de 2023 foi bom? Foi ruim? E estamos também em tempo de projeções. De boas expectativas, de desejar coisas boas a quem se tem afeto. O problema é que, ao mesmo tempo, estamos vivendo uma era de muitos paradoxos. E isto pode fazer pender a nossa balança emocional, ora para o lado do otimismo, ora para o lado do pessimismo generalizado, que costuma causar uma certa inação. No
Um amigo meu está rodando o mundo com a parceira e causando em mim ora inveja, ora alívio por não ser eu a enfrentar os desafios que uma viagem dessas pode trazer. Mas provoca também reflexões. Uma delas compartilho com vocês, na esteira do término da Conferência das Partes 28, que acabou em 13 de dezembro, em Dubai. Primeiro, vou contar um pouco sobre o que ficou decidido no texto final da Conferência, conseguido, como