
A memória e a cidade
A conversa de ontem entre as minhas colegas de ginástica foi sobre a memória que muitas têm, ainda viva, de alguns espaços do bairro, da cidade onde todas nasceram, viveram infância, juventude, vida adulta, criaram os filhos e, agora, os netos. Não é o meu caso, mas a maioria vive no mesmo local há mais de três, às vezes quatro décadas. Nesse tempo, elas acompanharam muitas mudanças. Prédios construídos, outros destruídos. Terrenos baldios que eram











