Na semana passada, o secretário-geral da ONU Antonio Guterres veio a público alertar, mais uma vez, para a falta de iniciativas que realmente possam dar conta de tentar conter o avanço do aquecimento global. Dessa vez, ele usou como exemplo as cenas de ondas de calor intenso que vêm assolando a Europa. A expectativa é que a Itália registre 48 graus nos próximos dias. Esse calorão não é nenhuma novidade para quem acompanha há décadas
Antes de mais nada, vou ser sincera: nunca fui especialista em Economia. Nem daquela que se faz em casa – só eu sei como já fui gastadeira – nem daquela que se lê em livros ou em jornais. Mas, por incrível que pareça, nas últimas duas décadas dediquei-me a ler e pesquisar a respeito, desde que comecei a me afeiçoar pelo tema desenvolvimento sustentável, que hoje tem vários outros nomes em seu bojo. Desenvolvimento sustentável
Aconteceu num dia em que meu estresse estava num nível bem mais elevado do que o normal. Sou uma pessoa 24/7, que não se conforma em ficar sem notícias, que quer explicação e solução para todos os problemas, que precisa estar atenta, sempre alerta, 24 horas, sete dias da semana. Como se pode imaginar, em alguns momentos o corpo reclama. Felizmente, com o passar dos anos, tenho sido mais responsável e tenho cuidado mais de
No dia mundial dedicado aos Oceanos – 8 de junho – não custa espalhar uma mensagem otimista. Porque não faltarão, certamente, notícias ruins que nos alertam para a degradação da vida marinha. Não só peixes e moluscos, mas também algas e plantas constituem uma biodiversidade por muitos de nós ignorada. Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície do planeta e contêm 97% da água. É ou não é uma preciosidade que precisa ser celebrada?
É certo que as reuniões globais de clima não têm merecido muita atenção da maioria. Lamentável, porque a despeito de um certo tom de retórica inútil, tais encontros são necessários para pôr o assunto em evidência, pelo menos por um período. E seria muito bom se mais pessoas se envolvessem. Afinal, é do nosso meio ambiente comum que estamos falando. E, quanto mais pessoas estiverem envolvidas, mais forças se terá para cobrar políticas públicas que
Voltei de uma viagem que fiz a uma Unidade de Conservação com estranhas sensações. Pássaros e plantas me pegam a olhá-los com uma compreensão que nada tem de mística – já que me reservo o direito de ser racional e materialista, embora sensível e respeitosa a todas as crenças – mas que está prenhe de erudição. A pedido das Nações Unidas, celebramos o dia 22 de maio, esta segunda-feira que passou, como o Dia Internacional
Tenho uma relação de amor e ódio com a cidade onde vivemos. O Rio de Janeiro, para mim, é como aquele amante do qual não se consegue pensar em separar, mas que de vez em quando nos entorpece até os bons sentimentos. A desordem urbana me fere, a falta de árvores, o desleixo com os desassistidos – dia desses os vi, às pencas, tentando ajeitar um canto para descansar, bem em frente a um hospital
Ando bem passeadeira, o que é muito bom se tivermos em mente aqueles tempos horríveis de pandemia, quando ir à esquina já era quase um crime. Passamos por ela, nem todos sem sequelas. E acho que acendeu-me o desejo de explorar mais o ambiente cultural da cidade. Foi assim que, semanas atrás, peguei ônibus, metrô e VLT e fui ao Museu do Amanhã. Sim, eu já visitei várias vezes aquele Museu. Mas tenho sempre a
Com algum atraso, mas com um sincero sentimento, parabenizo a Terra pelo seu dia, comemorado no sábado passado, dia 22 de abril. Na verdade, apesar de achar interessante que se tenha criado tal efeméride, julgo necessário dizer que, para mim, funciona exatamente como uma oportunidade de se fazer as pessoas pararem um pouco que seja, nessa loucura do dia a dia, para olhar em torno com olhar e ouvidos atentos. Alguma coisa nova vai acontecer,
Dias atrás estive em Vitória, onde conheci Leonardo Da Vinci. É mais ou menos isto mesmo quando se visita uma exposição bem cuidada que procura trazer os principais momentos da obra e da vida de um grande artista. Devo confessar que, descuidada, até este momento não tinha uma relação tão próxima com o gênio do Renascimento. Mas ele é super e vale a pena conhecê-lo. Por óbvio, a exposição tem o rosto mais conhecido do
Peço perdão se você, caro(a) leitor(a), está preferindo não pensar sobre o caso /catástrofe que aconteceu hoje (5) em Blumenau. Entendo perfeitamente quem não quer nem saber o nome do infeliz que fez aquilo, me solidarizo com quem não quer conhecer as histórias das famílias ou ver as fotos das crianças. Nossa rotina atual, com tantos estímulos eletrônicos, tantas informações, exige que se respeite o corpo. Se está demais, por favor, pare mesmo de ler
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